Em um cenário ainda em ebulição, onde alianças seguem sendo costuradas longe dos holofotes, a movimentação de lideranças do interior começa a revelar pistas importantes sobre o rumo das eleições de outubro no Rio Grande do Norte.
Os prefeitos de Guamaré, Hélio Willamy, e de Galinhos, Hudson Matias, surgem como peças estratégicas nesse jogo. A presença de ambos em agendas alinhadas ao campo da direita acende o alerta nos bastidores e sinaliza uma possível reconfiguração política — ainda que, publicamente, o silêncio prevaleça quanto a um apoio direto à pré-candidatura de Álvaro Dias ao governo do Estado.
A cautela não é por acaso. Até a oficialização das chapas nas convenções partidárias, o cenário permanece aberto, e cada gesto, por mais discreto que pareça, carrega peso político. Nos bastidores, interlocutores já interpretam essas movimentações como parte de um reposicionamento calculado.
Outro ponto que chamou atenção foi a ausência do deputado estadual Ezequiel Ferreira — liderança seguida por Hélio e Hudson — em um evento considerado estratégico: a passagem do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, neste sábado, no Boulevard Recepções, em Nova Parnamirim. Um detalhe que não passou despercebido e amplia as leituras sobre o momento político.
Entre presenças e ausências, o fato é que o tabuleiro começa a se mover com mais intensidade. E, como em toda boa disputa eleitoral, os sinais vêm antes das declarações.
O eleitor atento já percebe: os próximos capítulos prometem.






















