A Copa do Mundo já começou e, com a empolgação da torcida, cresce também o interesse em acompanhar os jogos em espaços de confraternização. Nesse cenário, bares e restaurantes se destacam como os principais pontos de encontro dos fãs de futebol. O setor já se prepara para o aumento dessa demanda: segundo levantamento da Abrasel 52% dos estabelecimentos pretendem transmitir as partidas e, entre eles, 80% esperam ampliar o faturamento.
Para César Barreto, docente de Administração da Estácio, o aumento do caixa durante esses grandes eventos depende de um planejamento eficiente e de uma operação simplificada. Segundo o especialista, é fundamental dimensionar a equipe de acordo com o potencial de cada partida. “Jogos da Seleção Brasileira, por exemplo, costumam exigir um esforço maior. Outro ponto crucial é não comprometer a experiência do cliente em busca de mais agilidade. O consumidor atual pode esperar alguns minutos, mas não tolera desorganização, pedidos errados ou a sensação de descaso”, afirma.
Nesse contexto, um erro comum dos estabelecimentos é concentrar esforços apenas no aumento da demanda e deixar a operação em segundo plano. “Se a cozinha não estiver preparada, se faltar produto ou se o atendimento ficar lento, o cliente se lembrará mais da experiência negativa do que da partida”, alerta o administrador.
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